100 Dias de Arte: dia 44 – Wei Feng

Wei Feng  – ele é designer conceitual e ilustrador de Shangai, China, e trabalhou como artista em tempo integral por mais de 14 anos. As informações sobre ele em inglês são escassas e a tradução do mandarim não é muito boa. Mas o que importa mesmo é ver o talento deste artista em suas obras.

Suas pinturas voltadas para a fantasia costumam ter elementos místicos, padrões ornamentais nas armaduras, e os detalhes suaves e finos nas expressões faciais são requintados.

The goddess Valkyrie:

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Vampire Ⅱ:

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Vampires Elizabeth Bathory:

Wei feng

Death of a blue morpho butterfly:

Wei feng

Monster:

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Ascetic monk:

Wei feng

fairy:

Wei feng

Destruction:

Wei feng

Vampire fantasy:

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Nirvana:

Wei feng

Esta dica veio do professor de Arte Digital, Jânio Garcia.

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100 Dias de Arte: dia 43 – Álvaro de Moya

Painel 22 1024x743 Álvaro de Moya, o fã que fez o Brasil levar os quadrinhos a sério

Post especial hoje sobre o – Álvaro de Moya, o fã que fez o Brasil levar os quadrinhos a sério! É considerado por alguns como o maior especialista em histórias em quadrinhos do Brasil.

Infelizmente, Álvaro de Moya faleceu ontem, dia 14/08 aos 87 anos. Ele foi jornalista, escritor, produtor, ilustrador e diretor de cinema e televisão. Moya foi um dos responsáveis por mostrar a influência dos quadrinhos na educação, na cultura e como um meio de comunicação -e também um dos pioneiros da televisão brasileira.

Professor aposentado da Universidade de São Paulo, foi um dos organizadores da Primeira Exposição Internacional de Histórias em Quadrinhos (junto com Jayme Cortez, entre outros), em 1951, na cidade de São Paulo.[4] Além de ser a primeira exposição de quadrinhos da história do Brasil, foi de ineditismo também para o mundo.

Em 1970, lançou o livro Shazam!, o livro não se resume apenas a fazer um pesquisa sobre a história dos HQs, mas conta com a colaboração de especialistas que debatem acerca da influência pedagógica e psicológica dos quadrinhos e a sua influência na cultura, tratando as HQs não somente como puro entretenimento, mas sim como um meio de comunicação que merece atenção por parte dos acadêmicos. Em 1976, traduziu e fez o prefácio para a edição brasileira de Para ler o Pato Donald de Ariel Dorfman e Armand Mattelart, publicada pela editora Paz e Terra

Representou o Brasil em vários congressos sobre quadrinhos no mundo, como em Roma, Buenos Aires, Nova York e em Lucca, um dos principais do mundo. Correspondente da revista Wittyworld, dos Estados Unidos, foi colaborador de enciclopédias editadas na França, Espanha, Itália e Estados Unidos. Escolhido pela Universidade La Sapienza, de Roma, foi o único representante da América Latina em evento realizado na Itália, visando discutir o centenário dos comics.

Livros

  • Shazam! (1970)
  • História da História em Quadrinhos (1993)
  • O Mundo de Walt Disney (1996)
  • Anos 50 – 50 Anos (2001)
  • Vapt Vupt (2002)
  • Histórias em quadrinhos no Brasil (2003)
  • Gloria in excelsior (2004)
  • O Tico-Tico 100 Anos – Centenário da Primeira Revista de Quadrinhos do Brasil, organizado por Waldomiro Vergueiro e Roberto Elísio dos Santos (2006).
  • A Reinvenção dos Quadrinhos (2012)[12]
  • Os Pioneiros no Estudo de Quadrinhos no Brasil, organizado por Waldomiro Vergueiro, Paulo Ramos e Nobu Chinen (2013)
  • Sketchbook Custom (2016)
  • Eisner / Moya – Memórias de Dois Grandes Nomes da Arte Sequencial (2017)

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100 Dias de Arte: dia 42 – Paul Kidby

O artista autodidata Paul Kidby nasceu no oeste de Londres em 1964. Ele deixou a escola aos 17 anos e trabalhou como artista comercial antes de se tornar um ilustrador freelancer em 1986.

Ele é mais conhecido por ser o “artista escolhido” para o premiado escritor Sir Terry Pratchett, que faleceu em 2015. Paul criou as sobrecapas de livros “Discworld” desde 2002 e ilustrou muitas publicações do “Discworld”, incluindo “The Art of Discworld ‘e best-seller’ The Last Hero ‘.

As obras de arte originais Kidby e as edições bronze limitadas são freqüentemente exibidos em Londres, Paris e em torno da U.K. Ele tem um seguimento mundial de fãs e colecionadores.

Hoje, Paul equilibra sua produção entre os projetos Pratchett e suas próprias empresas criativas. Ele trabalha em casa em Dorset com sua esposa, Vanessa.

Algumas das pinturas:

'Great A'Tuin II' - 2013

'Terry Pratchett Portrait' - 2008

'Amazing Maurice and his Educated Rodents' - 2002

'Science of Discworld' Book Jacket - 1998

'Dree Your Weird' - 2008

 

Esculturas em bronze:

'Pegasus' - 2011

'Atlantia' - 2009

'Twigg' - 2012

'Feldspar' - 2012

Desenhos:

'Discworld Massif'

'Floury baps' - 1999

'Great A'Tuin Rising' - 1999

'Leonard of Quirm' - 1999

Essa dica veio do Ricardo Quintana. Para expressar sua arte, conheça nossos cursos, ACESSE AQUI!

Conhecer mais sobre o artista, acesse: www.paulkidby.com

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100 Dias de Arte: dia 41 – GRIZandNORM

Normand Lemay e Griselda Sastrawinata-Lemay são casados e trabalham atualmente como artistas de animação de recursos no Walt Disney Animation Studio. No tempo livre deles, gostam de criar arte inspirada nas coisas que amam; Arte, comida e gatos.

Griz nasceu na Indonésia e se apaixonou por animação.

Ela se juntou ao Departamento de Arte do Walt Disney Animation Studio

Alguns dos projetos que participou são: Frozen Holiday Special e Wreck It Ralph 2.  Ela também faz parte da equipe de desenvolvimento em filmes conceituais como Doodle, Zodiac, Time Crime, Trolls, Imaginary Enemy, American Girl e Best Witch Ever (todos os títulos de trabalho).

Norm é uma artista canadense que se mudou para Los Angeles em 2009 para realizar seu sonho de fazer parte da família Walt Disney Feature Animation. Ele se formou no programa de animação da Sheridan College e trabalhou por alguns anos entre os talentosos na House Of Cool de Toronto. Contribuiu para muitos projetos, que vão desde pilotos animados, programas de TV, filmes e comerciais.  Nos últimos anos, participou de Frozen, Big Hero 6, Zootopia, Moana, Wreck It Ralph 2.

It’s Monday! Are you ready for the week? #griz #grizandnorm #cat #kitty #grizandnormkittycatclub #fashion #fashionillustration #catart #kitttyart

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Em uma divertida onda dos anos 60, a dupla criou um conjunto impressionante de ilustrações no Instagram, onde as princesas da Disney usam sapatos incríveis inspirados em estilos de estilistas de renome.

Jasmine inspirado em Kobi Levi

Jasmine in a Kobi Levi inspired design by Griz and Norm

Ariel inspirada em Sergio Rossi

Ariel in a Sergio Rossi inspired design by Griz and Norm

Elsa- inspirado em Louboutin

Elsa in a Christian Louboutin inspired design by Griz and Norm

Para ver todos os sapatos das princesas, acesse aqui.

Esta dica veio do professor Mario Cau. 

Faça suas próprias ilustrações! Venha aprender com a gente! ACESSE AQUI e conheça nossos cursos 🙂

 

 

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100 Dias de Arte: dia 40 – Joseph Kosuth

Arte não é sobre beleza, embora um trabalho, uma pessoa ou uma mesa possam ser belos. É um aspecto possível, mas não essencial. Se queremos que a obra seja importante para nosso tempo, não podemos fazer arte decorativa ou simplesmente entretenimento visual.” Kosuth

Kosuth nasceu em 1945 e além dos estudos no campo artístico, estudou também filosofia e antropologia. Artísticamente, parte da obra de Marcel Duchamp ao considerar que a arte moderna ou conceitual começa com o primeiro ready-made, enquanto passou da aparência ao conceito. Suas criações mais conhecidas intitulam-se “Investigações” e consistem em dispositivos que examinam e reclassificam realidades mediante o uso do texto, de acordo com sua vontade de explorar a natureza da arte e conduzi-la a sua desmaterialização.

“UMA E TRÊS CADEIRAS”

Essa é considerada a mais importante obra do artista, feita quando ele tinha apenas 20 anos, que foi comprada pelo Museu de Arte Moderna de Nova Iorque. Na época ele não contava sua idade para conseguir ser levado a sério. Esta obra foi a mais importante de sua carreira.

A obra nos estimula a conceber diferentes visões sobre a mesma arte apresentada.

Priorizar o conceito, ao invés de venerar a face estética é o principal modus operandi adotado por Kosuth para a criação de sua obra. Em termos estruturais, ela se divide em três diferentes elementos: uma cadeira comum, dobrável e de madeira; uma fotografia em prata coloidal da mesma cadeira, ampliada e tirada de dentro da própria galeria; e uma fotocópia de uma definição da palavra “cadeira”, retirada de algum dicionário de língua inglesa.

A cadeira de madeira, colocada no centro da obra e apresentada como ideia física, com finalidade prática, para elevá-lo à categoria de obra de arte.

 Com isso, a cadeira é tirada de seu contexto usual e recolocada em um ambiente de museu, provocando a ressignificação do objeto “cadeira” e, como elemento pertencente a uma obra de arte, a desobjetificação do objeto como tal. Ou seja, a privação de sua função principal – agora compreendida como objeto a ser analisado e não sentado em cima.

Por sua vez, a fotografia da cadeira, identificada como forma representativa do objeto e posicionada à esquerda da “cadeira física”, desperta questionamentos acerca da verdade e da imitação do espaço em um museu, isto é, brinca com a ideia de representação característica de uma obra de arte dentro de um local que apresenta as mais variadas formas de representação da realidade.

Já a fotocópia da definição da palavra “cadeira”, fixada na parede, à direita do objeto, e apresentada como forma verbal do elemento principal da obra de arte, traz para a análise conceitual a natureza linguística da proposta artística idealizada por Kosuth. Nesse sentido, a fotocópia estabelece a fronteira entre aquilo que nos é apresentado como real e único e aquilo que encaramos de maneira indireta e imagética, construído, essencialmente, em nossas mentes.

'Zero & Not' e 'O&A', obras de Joseph Kosuth, apresentadas no Sigmund Freud Museum, em Viena, em 1987 G. Pakesch / Divulgação

'The Eight Investigation, Proposition 3' (1971), obra de Joseph Kosuth na Leo Castelli Gallery, em Nova York Leo Castelli Gallery / Divulgação

Recomendo a leitura da entrevista do artista em sua visita ao Brasil, acessando aqui.

E para ficar por dentro da arte, acesse aqui e conheça nossa escola!

A dica veio do professor Murilo Braga.

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100 Dias de Arte: dia 39 – Lisbeth Zweger

Lisbeth Zwerger é uma ilustradora austríaca e suas imagens são um clássico no mundo da ilustração. Contos clássicos e modernos passaram sob o pincel desta artista. Os mais famosos são as ilustrações na qual ela retrata Alice no país das maravilhas, O Mágico de OZ e os irmãos Grimm.

Lisbeth faz parte do time dos ilustradores mais originais e imaginativos de nosso tempo. Sua estética suave e irreverente lembra a sensibilidade de Maurice Sendak, a poética visual de Sophie Blackall e a aparência conceitual de Edward Gorey, e ainda é fantástica e decididamente distinta em sua direito próprio. Lisbeth trabalha ilustrando livros infantis – mas suas ilustrações atrai todas as idades.

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https://i.pinimg.com/736x/cd/fc/bd/cdfcbdd5bbecf3fe53691d20895178d1--lisbeth-zwerger-bible-illustrations.jpg

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25 anos de Image

A história da fundação da Image é mais interessante que os quadrinhos que a editora publicou nos seus primeiros anos, principalmente pelo momento que passavam os quadrinhos americanos. O documentário Image Revolution, recomendadíssimo, mostras as filas que se formavam em comic shops para garantir a assinatura de um novo título da editora.

Todd McFarlane,Mark Silvestri, Jim Valentino, Erik Larsen, Jim Lee, Whilce Portacio e Rob Liefeld eram estrelas em ascensão na marvel. Em 1991 estes jovens desenhistas foram escolhidos para comandar as principais revistas da editora. A revista X-Men 1 de Jim Lee vendeu 8.3 milhões de exemplares. Homem Aranha 1 de Todd McFarlane vendeu 2 milhões de exemplares.
O ano de 1991 marcou auge de uma bolha especulativa que iria estourar em 1996. Revistas de número 1 ou numeração baixa sempre venderam mais.que as numerações maiores, mas com o domínio das comic shops sobre o mercado e a diminuição do número de distribuidores de revistas,  um controle maior sobre vendas e sobre preços foi possível. Revistas como a Wizard colocavam preços de edições raras ou qualquer outro lançamento que poderia vender bem nas páginas finais de cada edição. Isso levou a um número enorme de pessoas a comprarem quadrinhos pela possibilidade de vender por várias vezes o preço de capa ao invés do prazer da leitura.

Parecia lógico para quem estava dentro desta bolha como criador formar uma editora própria. Criando personagens derivados dos que faziam na marvel estes jovens resolveram criar a Image.

Os problemas começaram logo. Sem a mão de um editor os títulos começaram a atrasar e a periodicidade se tornou um dos maiores problemas da editora. Ir a uma comic shop após tres meses e não encontrar se tornou normal.

O outro grande problema neste início foi o ego. Os autores com mais sucesso financeiro montaram seus próprios estúdios em que outros artistas produziam seus títulos. Rob Leifeld criou o Awesome / Extreme Studios, Mark Silvestri criou o Top Cow e Jim Lee criou o Wildstorm.

Em 1996 a bolha especulativa estourou. As vendas despencaram e a Marvel foi a falência. Todas as distribuidoras de quadrinhos que restaram foram compradas pela Diamond que distribui todos os quadrinhos nos E.U.A até hoje. Lojas de quadrinhos fecharam Às centenas.

Os fundadores da Image voltaram a trabalhar para a marvel em 1996. Todd McFarlane se recusou.

No incio dos anos 2000 a Image começou uma busca por novos talentos que resultou na distribuição do quadrinho Battle Pope por Robert Kirkman.  Kirkman viria a lançar The Walking Dead e Invincible pela Image iniciando uma onda de criadores que podiam ser distribuidos por uma editora de grande porte mas manter os direitos dos personagens. Hoje a editora lança títulos dos mais conceituados criadores de quadrinhos.

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