100 Dias de Arte: dia 42 – Paul Kidby

O artista autodidata Paul Kidby nasceu no oeste de Londres em 1964. Ele deixou a escola aos 17 anos e trabalhou como artista comercial antes de se tornar um ilustrador freelancer em 1986.

Ele é mais conhecido por ser o “artista escolhido” para o premiado escritor Sir Terry Pratchett, que faleceu em 2015. Paul criou as sobrecapas de livros “Discworld” desde 2002 e ilustrou muitas publicações do “Discworld”, incluindo “The Art of Discworld ‘e best-seller’ The Last Hero ‘.

As obras de arte originais Kidby e as edições bronze limitadas são freqüentemente exibidos em Londres, Paris e em torno da U.K. Ele tem um seguimento mundial de fãs e colecionadores.

Hoje, Paul equilibra sua produção entre os projetos Pratchett e suas próprias empresas criativas. Ele trabalha em casa em Dorset com sua esposa, Vanessa.

Algumas das pinturas:

'Great A'Tuin II' - 2013

'Terry Pratchett Portrait' - 2008

'Amazing Maurice and his Educated Rodents' - 2002

'Science of Discworld' Book Jacket - 1998

'Dree Your Weird' - 2008

 

Esculturas em bronze:

'Pegasus' - 2011

'Atlantia' - 2009

'Twigg' - 2012

'Feldspar' - 2012

Desenhos:

'Discworld Massif'

'Floury baps' - 1999

'Great A'Tuin Rising' - 1999

'Leonard of Quirm' - 1999

Essa dica veio do Ricardo Quintana. Para expressar sua arte, conheça nossos cursos, ACESSE AQUI!

Conhecer mais sobre o artista, acesse: www.paulkidby.com

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100 Dias de Arte: dia 41 – GRIZandNORM

Normand Lemay e Griselda Sastrawinata-Lemay são casados e trabalham atualmente como artistas de animação de recursos no Walt Disney Animation Studio. No tempo livre deles, gostam de criar arte inspirada nas coisas que amam; Arte, comida e gatos.

Griz nasceu na Indonésia e se apaixonou por animação.

Ela se juntou ao Departamento de Arte do Walt Disney Animation Studio

Alguns dos projetos que participou são: Frozen Holiday Special e Wreck It Ralph 2.  Ela também faz parte da equipe de desenvolvimento em filmes conceituais como Doodle, Zodiac, Time Crime, Trolls, Imaginary Enemy, American Girl e Best Witch Ever (todos os títulos de trabalho).

Norm é uma artista canadense que se mudou para Los Angeles em 2009 para realizar seu sonho de fazer parte da família Walt Disney Feature Animation. Ele se formou no programa de animação da Sheridan College e trabalhou por alguns anos entre os talentosos na House Of Cool de Toronto. Contribuiu para muitos projetos, que vão desde pilotos animados, programas de TV, filmes e comerciais.  Nos últimos anos, participou de Frozen, Big Hero 6, Zootopia, Moana, Wreck It Ralph 2.

It’s Monday! Are you ready for the week? #griz #grizandnorm #cat #kitty #grizandnormkittycatclub #fashion #fashionillustration #catart #kitttyart

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Em uma divertida onda dos anos 60, a dupla criou um conjunto impressionante de ilustrações no Instagram, onde as princesas da Disney usam sapatos incríveis inspirados em estilos de estilistas de renome.

Jasmine inspirado em Kobi Levi

Jasmine in a Kobi Levi inspired design by Griz and Norm

Ariel inspirada em Sergio Rossi

Ariel in a Sergio Rossi inspired design by Griz and Norm

Elsa- inspirado em Louboutin

Elsa in a Christian Louboutin inspired design by Griz and Norm

Para ver todos os sapatos das princesas, acesse aqui.

Esta dica veio do professor Mario Cau. 

Faça suas próprias ilustrações! Venha aprender com a gente! ACESSE AQUI e conheça nossos cursos 🙂

 

 

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100 Dias de Arte: dia 40 – Joseph Kosuth

Arte não é sobre beleza, embora um trabalho, uma pessoa ou uma mesa possam ser belos. É um aspecto possível, mas não essencial. Se queremos que a obra seja importante para nosso tempo, não podemos fazer arte decorativa ou simplesmente entretenimento visual.” Kosuth

Kosuth nasceu em 1945 e além dos estudos no campo artístico, estudou também filosofia e antropologia. Artísticamente, parte da obra de Marcel Duchamp ao considerar que a arte moderna ou conceitual começa com o primeiro ready-made, enquanto passou da aparência ao conceito. Suas criações mais conhecidas intitulam-se “Investigações” e consistem em dispositivos que examinam e reclassificam realidades mediante o uso do texto, de acordo com sua vontade de explorar a natureza da arte e conduzi-la a sua desmaterialização.

“UMA E TRÊS CADEIRAS”

Essa é considerada a mais importante obra do artista, feita quando ele tinha apenas 20 anos, que foi comprada pelo Museu de Arte Moderna de Nova Iorque. Na época ele não contava sua idade para conseguir ser levado a sério. Esta obra foi a mais importante de sua carreira.

A obra nos estimula a conceber diferentes visões sobre a mesma arte apresentada.

Priorizar o conceito, ao invés de venerar a face estética é o principal modus operandi adotado por Kosuth para a criação de sua obra. Em termos estruturais, ela se divide em três diferentes elementos: uma cadeira comum, dobrável e de madeira; uma fotografia em prata coloidal da mesma cadeira, ampliada e tirada de dentro da própria galeria; e uma fotocópia de uma definição da palavra “cadeira”, retirada de algum dicionário de língua inglesa.

A cadeira de madeira, colocada no centro da obra e apresentada como ideia física, com finalidade prática, para elevá-lo à categoria de obra de arte.

 Com isso, a cadeira é tirada de seu contexto usual e recolocada em um ambiente de museu, provocando a ressignificação do objeto “cadeira” e, como elemento pertencente a uma obra de arte, a desobjetificação do objeto como tal. Ou seja, a privação de sua função principal – agora compreendida como objeto a ser analisado e não sentado em cima.

Por sua vez, a fotografia da cadeira, identificada como forma representativa do objeto e posicionada à esquerda da “cadeira física”, desperta questionamentos acerca da verdade e da imitação do espaço em um museu, isto é, brinca com a ideia de representação característica de uma obra de arte dentro de um local que apresenta as mais variadas formas de representação da realidade.

Já a fotocópia da definição da palavra “cadeira”, fixada na parede, à direita do objeto, e apresentada como forma verbal do elemento principal da obra de arte, traz para a análise conceitual a natureza linguística da proposta artística idealizada por Kosuth. Nesse sentido, a fotocópia estabelece a fronteira entre aquilo que nos é apresentado como real e único e aquilo que encaramos de maneira indireta e imagética, construído, essencialmente, em nossas mentes.

'Zero & Not' e 'O&A', obras de Joseph Kosuth, apresentadas no Sigmund Freud Museum, em Viena, em 1987 G. Pakesch / Divulgação

'The Eight Investigation, Proposition 3' (1971), obra de Joseph Kosuth na Leo Castelli Gallery, em Nova York Leo Castelli Gallery / Divulgação

Recomendo a leitura da entrevista do artista em sua visita ao Brasil, acessando aqui.

E para ficar por dentro da arte, acesse aqui e conheça nossa escola!

A dica veio do professor Murilo Braga.

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100 Dias de Arte: dia 39 – Lisbeth Zweger

Lisbeth Zwerger é uma ilustradora austríaca e suas imagens são um clássico no mundo da ilustração. Contos clássicos e modernos passaram sob o pincel desta artista. Os mais famosos são as ilustrações na qual ela retrata Alice no país das maravilhas, O Mágico de OZ e os irmãos Grimm.

Lisbeth faz parte do time dos ilustradores mais originais e imaginativos de nosso tempo. Sua estética suave e irreverente lembra a sensibilidade de Maurice Sendak, a poética visual de Sophie Blackall e a aparência conceitual de Edward Gorey, e ainda é fantástica e decididamente distinta em sua direito próprio. Lisbeth trabalha ilustrando livros infantis – mas suas ilustrações atrai todas as idades.

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25 anos de Image

A história da fundação da Image é mais interessante que os quadrinhos que a editora publicou nos seus primeiros anos, principalmente pelo momento que passavam os quadrinhos americanos. O documentário Image Revolution, recomendadíssimo, mostras as filas que se formavam em comic shops para garantir a assinatura de um novo título da editora.

Todd McFarlane,Mark Silvestri, Jim Valentino, Erik Larsen, Jim Lee, Whilce Portacio e Rob Liefeld eram estrelas em ascensão na marvel. Em 1991 estes jovens desenhistas foram escolhidos para comandar as principais revistas da editora. A revista X-Men 1 de Jim Lee vendeu 8.3 milhões de exemplares. Homem Aranha 1 de Todd McFarlane vendeu 2 milhões de exemplares.
O ano de 1991 marcou auge de uma bolha especulativa que iria estourar em 1996. Revistas de número 1 ou numeração baixa sempre venderam mais.que as numerações maiores, mas com o domínio das comic shops sobre o mercado e a diminuição do número de distribuidores de revistas,  um controle maior sobre vendas e sobre preços foi possível. Revistas como a Wizard colocavam preços de edições raras ou qualquer outro lançamento que poderia vender bem nas páginas finais de cada edição. Isso levou a um número enorme de pessoas a comprarem quadrinhos pela possibilidade de vender por várias vezes o preço de capa ao invés do prazer da leitura.

Parecia lógico para quem estava dentro desta bolha como criador formar uma editora própria. Criando personagens derivados dos que faziam na marvel estes jovens resolveram criar a Image.

Os problemas começaram logo. Sem a mão de um editor os títulos começaram a atrasar e a periodicidade se tornou um dos maiores problemas da editora. Ir a uma comic shop após tres meses e não encontrar se tornou normal.

O outro grande problema neste início foi o ego. Os autores com mais sucesso financeiro montaram seus próprios estúdios em que outros artistas produziam seus títulos. Rob Leifeld criou o Awesome / Extreme Studios, Mark Silvestri criou o Top Cow e Jim Lee criou o Wildstorm.

Em 1996 a bolha especulativa estourou. As vendas despencaram e a Marvel foi a falência. Todas as distribuidoras de quadrinhos que restaram foram compradas pela Diamond que distribui todos os quadrinhos nos E.U.A até hoje. Lojas de quadrinhos fecharam Às centenas.

Os fundadores da Image voltaram a trabalhar para a marvel em 1996. Todd McFarlane se recusou.

No incio dos anos 2000 a Image começou uma busca por novos talentos que resultou na distribuição do quadrinho Battle Pope por Robert Kirkman.  Kirkman viria a lançar The Walking Dead e Invincible pela Image iniciando uma onda de criadores que podiam ser distribuidos por uma editora de grande porte mas manter os direitos dos personagens. Hoje a editora lança títulos dos mais conceituados criadores de quadrinhos.

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100 Dias de Arte: dia 38 – Richard Anderson

Richard Anderson é um artista digital há mais de 14 anos trabalhando em: jogos, filmes, publicações e comerciais. Os títulos de jogos incluem Arkham Knight e Guidwars 1 e 2. Os estúdios de cinema trabalharam com: Universal, Marvel, Paramount e FOX.

Arte para Guildwars 2 – este foi o trabalho feito para a nova expansão Path of Fire.

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Transformers 5: O último concept de cavaleiro

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Editorial – Fashion Likes Fantasy

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Dress n birds week

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Warrior lady

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Esboço final – monster battle for 47 ronin

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Skyfall opening credits concept

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Turtle in a half Shell

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Guardians of the Galaxy –  concept

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Muito bom né?!

Esta dica veio do professor de Arte Digital, Jânio Garcia.

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100 Dias de Arte: dia 37 – Mario Cau

Nosso amigo e professor Mario Cau – Quadrinista e ilustrador, um artista compulsivo e multitarefa: desenha desde sempre e nunca parou. Acredita nas Histórias em Quadrinhos como forma poderosa de comunicação, expressão e arte: são sua linguagem e sua voz. Formou-se licenciado e bacharel em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Unicamp (2003-2007). Desde 2004 atua profissionalmente.

Começou sua produção autoral com a série “Pieces”, – foi indicada ao Troféu HQMIX (Publicação Independente de Autor e Desenhista Revelação).

Participou dos projetos “MSP+50” e “Mônica(s)”, em homenagem aos cinquentenários de carreira de Maurício de Sousa.

Mônica

Ilustrou a adaptação para HQs de “Dom Casmurro”, de Machado de Assis –  venceu o Prêmio Jabuti  em segundo lugar, e “Livro Didático e Paradidático”, em terceiro lugar; e também foi premiada com o Troféu HQMIX, em 2014, na categoria “Adaptação para Quadrinhos”.

Produz a elogiada série de webcomic “Terapia”, com Rob Gordon e Marina Kurcis, para o portal Petisco. Terapia ganhou o Troféu HQMIX na categoria “Web Quadrinho”.

Terapia - Webcomic de Mario Cau, Rob Gordon e Marina Kurcis

The Blues

“Terapia Vol. I” indicada ao Troféu HQMIX, também em 2014, nas categorias “Edição especial nacional”, “Desenhista Nacional” e venceu novamente a categoria “Web Quadrinho”.

Em 2014 participou de antologias como “Feitiço da Vila – a poesia de Noel Rosa em Quadrinhos”, “Cripta do Shogum” e “Um Rock para Caçador”; além de ter lançado a graphic novel “Morphine”, autoral, que foi indicada ao Troféu HQMIX na categoria “Melhor Publicação Independente One-Shot” em 2015.

Morphine - Mario Cau

No começo de 2015, recebeu o Troféu Angelo Agostini na categoria “Melhor Desenhista de 2014”. Publicou a graphic novel “Quando a noite fecha os olhos”, com roteiro do premiado André Diniz. Participa de duas antologias de quadrinhos: “Aqui e Acolá”, que reúne autores brasileiros e portugueses e marca sua estreia como roteirista, e “Um cara que caiu do céu”, com roteiro de Charlles Lucena e arte de diversos artistas brasileiros.

Em 2016, ilustrou o livro “Neuro-o-quê?! Neurociência!”, uma HQ para a antologia “Cosmogonias” de Cadu Simões e outra para a antologia “Pátria Armada – Visões de Guerra”, publicada pelo InstitutoHQ. Durante a Comic Com Experience, lança “Pieces – Partes do Todo”, novo volume com a retomada de sua série autoral.

Pieces - Partes do Todo - Mario Cau

Como ilustrador, atende diversos clientes particulares, editoras, agências de publicidade e produtoras culturais. É professor de HQ, Ilustração e Desenho Artístico na Pandora Escola de Artes em Campinas – SP, onde reside atualmente.

Acesse AQUI e conheça os cursos com o professor Mario Cau! Marque uma aula demonstrativa gratuita pelo telefone 19 3234.4443 ou email atendimento@escolapandora.com.br

 

 

 

 

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